Maragojipe

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Uma tribo de índios Aimoré dominava a margem direita do Rio Peroaçu (mais tarde Paraguaçu) no trecho em que este recebe as águas do Guaí, e chamavam o lugar de "Marag-gyp", "rio dos mosquitos", em razão do local ser cercado por extensos manguezais, habitat de insetos, especialmente nas mudanças de maré. A partir daí, surgiu o nome da cidade que, ainda hoje, encanta pelas belas paisagens.

Maragogipe fica, exatamente, no ponto de encontro do Rio Paraguaçu com o Rio Guaí, formando uma extensa região de lagamar, cercada por cerca de 30 km de manguezais com, aproximadamente, 30 metros de largura. Apresenta excelentes condições para o turismo náutico, contando, inclusive, com uma ponte de atracação para embarcações de grande porte.

Último paradeiro náutico do Recôncavo Baiano, a cidade ainda abriga, no porto do Caijá, dezenas de canoas e saveiros. As antigas embarcações à vela eram muito utilizadas para o transporte das mais diversas mercadorias no interior da Baía de Todos os Santos até recentemente. Hoje, ainda restam alguns exemplares concorrendo com meios de transporte mais modernos.

Como outras cidades da região, Maragogipe traz uma forte tradição religiosa católica, mas é também comprometida com o candomblé. A cidade pacata se transforma durante o mês de agosto, quando é celebrada a festa de seu padroeiro, São Bartolomeu.


Atrações

Outras Informações

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