Morro do Chapéu

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Primeiramente habitada pelos índios Paiaiás, no início do século XVI, Morro do Chapéu ganhou esse nome devido ao Morrão de mais de 1.200m em forma de chapéu, que reina absoluto nos ares. Somente em 1909, foi alçado à categoria de cidade. A sua história remonta ao coronelismo e ao ciclo do diamante na Bahia. Envolta por uma infinidade de cachoeiras – destaque para a do Ferro Doido, com seus 118m de queda d’água -, grandes paredões, desfiladeiros e grutas, a paisagem de Morro do Chapéu encanta pela diversidade de belezas naturais.

A região abriga umas das maiores concentrações de orquídeas da Bahia, e é habitat natural do colibri dourado, uma espécie rara de beija-flor presente na região. A cidade, localizada a mais de 1.000m de altitude, é também o paraíso para os fãs de esportes radicais, rota certa para a prática de rapel, mountain biking, trekking e cavernismo.

Mas nem só de turismo ecológico vive Morro do Chapéu. Dentro do perímetro urbano, destacam-se as belas edificações, como a igreja matriz de Nossa Senhora da Graça, de 1834, a capela de Nossa Senhora da Soledade, de 1911 (construída por Dias Coelho, o mais ilustre dos coronéis de Morro do Chapéu), o prédio da Prefeitura Municipal, do século XIX e a casa do padre Magalhães, do mesmo século.


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