Cachoeiras

cachoeira.jpg

Quedas d’água hipnotizantes em meio a matas veladas, que guardam uma fauna e flora de rara beleza. Mais do que admirar, a grande pedida é aproveitar as atrações, em um cardápio variado, ao gosto do visitante: com banhos relaxantes, escorregadeiras naturais, tirolesas e aventuras de rapel sob o sol brilhante da terra de todos os santos.

 

 

Cachoeira da Água Branca

Situada dentro de uma área de Reserva Particular do Patrimônio Natural – RPPN, dentro da Fazenda Água Branca, a cachoeira, de mesmo nome, cai numa deslumbrante cortina de espuma branca de 30 metros de altura, ideal para o banho. Para chegar até lá, o visitante passa por uma trilha ecológica, a maior parte dela sombreada e úmida, em meio à mata densa, moradia de animais silvestres, incluindo fazendas de criação de búfalos, e uma fauna diversificada. No mesmo local, há uma ilha fluvial, onde foi construído um quiosque que permite apreciar a bela vista ao redor. Além disso, uma vista deslumbrante do alto do mirante, com panorâmica de toda a cidade e do encontro do Canal de Taperoá com o mar. Propícia não somente para um banho revigorante, a queda d’água formada pelo Rio Gereba é ótima para a prática de rapel.
Dica: a descida pela trilha deve ser feita com sapato de sola antiderrapante
Como chegar: saindo de Valença, percorrer 5 km pela BA-001 em direção ao norte. Nessa altura, virar à esquerda, entrar na via rural e percorrer mais 8 km, até a sede da Fazenda Água Branca. Dentro da fazenda, pegar a trilha que leva à cachoeira (cerca de 30 minutos a pé).

Cachoeira da Fumaça

A Cachoeira da Fumaça faz parte das atrações do Vale do Capão, no Parque Nacional da Chapada Diamantina, que está localizado no Município de Palmeiras a uma altitude média de 1000m. Considerada a maior cascata do Brasil e quinta do mundo, com 370 m de queda d’água, sua velocidade e a força dos ventos, dos seus 420 m de altura, do poço ao topo, a 1.490 m de altitude, por vezes impede que a água da cachoeira atinja o solo. Daí a denominação “fumaça”: a água pulveriza-se na descida, formando um espetáculo de cores e formas em meio à cortina de fumaça inebriante. Para chegar até lá, uma trilha de quatro dias e três noites em meio à mata densa com direito a trekking, em alto grau de dificuldade, através do Vale do Capão. A vista panorâmica de todo o vale compensa as dificuldades da subida. Pra quem já tem uma certa experiência no ramo, o rapel em meio à queda d’água é um desafio imperdível. O visitante também pode optar por conhecer a cachoeira de cima. São 18 km em estrada de terra (cerca de 2h de carro), até a Vila do Caeté-Açu, e mais 7 km (2h e 30min) a pé. Uma caminhada fácil, mas que deve ser feita com a presença de um guia.

Cachoeira da Fumaça

A Cachoeira da Fumaça faz parte das atrações do Vale do Capão, no Parque Nacional da Chapada Diamantina, que está localizado no Município de Palmeiras a uma altitude média de 1000m. Considerada a maior cascata do Brasil e quinta do mundo, com 370 m de queda d’água, sua velocidade e a força dos ventos, dos seus 420 m de altura, do poço ao topo, a 1.490 m de altitude, por vezes impede que a água da cachoeira atinja o solo. Daí a denominação “fumaça”: a água pulveriza-se na descida, formando um espetáculo de cores e formas em meio à cortina de fumaça inebriante. Para chegar até lá, uma trilha de quatro dias e três noites em meio à mata densa com direito a trekking, em alto grau de dificuldade, através do Vale do Capão. A vista panorâmica de todo o vale compensa as dificuldades da subida. Pra quem já tem uma certa experiência no ramo, o rapel em meio à queda d’água é um desafio imperdível. O visitante também pode optar por conhecer a cachoeira de cima. São 18 km em estrada de terra (cerca de 2h de carro), até a Vila do Caeté-Açu, e mais 7 km (2h e 30min) a pé. Uma caminhada fácil, mas que deve ser feita com a presença de um guia.

Cachoeira da Pancada e de Castro Alves

Cortada ao meio pelo Rio Santarém, a cidade de Ituberá, entre encostas íngremes e os grandes manguezais do Canal de Serinhaém, revela duas belas cachoeiras: Pancada Grande e Castro Alves. Dentro do perímetro urbano, em um cenário que combina a exuberância da natureza com as construções feitas pelo homem, a queda d’água da Cachoeira de Castro Alves impressiona pela força das suas águas. Localizada em um dos trechos do Rio dos Cágados, entre pedras, a cachoeira não permite banhos, mas só de vê-la já vale o passeio. A grande atração ecoturística fica por conta da Cachoeira da Pancada Grande, localizada dentro dos limites de uma Unidade de Conservação. A bela cascata de 40 metros de altura, formada pelo Rio Mariana, é palco de esportes radicais. Os cerca de 100m de queda d’água vertical convidam para um "cascading" (rapel na água) alucinante. Para os mais sossegados, a cachoeira também propicia um delicioso banho nas piscinas naturais formadas, tanto na base quanto no alto, antes do início das pedras e da queda d’água propriamente dita. Também no alto, um mirante natural permite avistar toda a costa, as plantações de seringueira, matas e manguezais. Próximas à base da cachoeira, há um Centro de Recuperação Ambiental nas ruínas da casa de máquinas de uma antiga usina hidrelétrica, e onde acontecem eventos educativos promovidos pela comunidade. O acesso é através de uma estrada de terra, ao lado da ponte sobre o Rio Serinhaém (BA-001).

Cachoeira de Dona Zilda

Na Fazenda Santo Antônio, as águas cristalinas do Rio Imbassaí Pequeno formam um conjunto de corredeiras e pequena queda d’água, proporcionando banhos deliciosos em meio a uma vegetação de coqueiros, cajueiros, árvores nativas da restinga e áreas de pastagem. O local dispõe de estacionamento para veículos e, para ter acesso, é cobrado uma pequena taxa para manutenção e limpeza.
Dicas: caso o acesso esteja fechado, entrar em contato com os donos que moram em frente à entrada da propriedade.
Como chegar: fica no km 10 da rodovia BA-099, sentido norte. A entrada, à esquerda, é bem em frente ao acesso para Imbassaí. A estrada, de terra e em boas condições, leva ao povoado de Barro Branco. A entrada para a cachoeira fica a 800 m do asfalto.

Cachoeira de Paulo Afonso

São aproximadamente 80 metros de diversas quedas d’água que se espalham nas rochas de granito, formando uma grande espuma branca. Destaque para a do "Véu de noiva", assim denominada pela semelhança com um longo e alvíssimo véu. A construção da Usina, que abastece a rede elétrica da região, diminuiu o grosso volume das águas da Cachoeira de Paulo Afonso, mas em nada reduziu a beleza do local. Pelo contrário, fica fácil perceber a ação da natureza sobre o belo conjunto de rochas polidas há centenas de anos. Em épocas programadas, as comportas da barragem são abertas e o espetáculo fica por conta da natureza em toda a sua plenitude. No mirante, enfeitado por jardins ornamentais de rosas, espirradeiras, avencas e pequenas árvores, uma estátua em bronze homenageia o poeta Castro Alves, que narrou em versos toda a poesia da Cachoeira de Paulo Afonso que, vista de cima, é ainda mais bonita.
Dica: a visita só é permitida com o acompanhamento de guias.

Cachoeira do Acaba Vida e do Redondo

Contornada por serras, a cidade de Barreiras é entrecortada por vários rios e ribeirões de águas límpidas, que surpreendem com cachoeiras maravilhosas. Alimentada pelo Rio de Janeiro, a Cachoeira do Acaba Vida inunda um vale verde de veredas de buritis altamente preservadas. São 36m de queda livre e um visual deslumbrante, emoldurado pela mata. A nascente forma uma piscina natural de rara beleza. A cachoeira fica a 58km da cidade, pela BR-020. Mais um km em estrada de terra para chegar a este pedaço do paraíso. Cerca de 20km adiante do Acaba Vida, em estrada de terra, está a Cachoeira do Redondo, uma queda d’água arredondada que forma uma grande piscina transparente com três metros de profundidade.

Cachoeira do Brumado e do Fraga

Primeira cidade planejada do Brasil, Rio de Contas mescla o patrimônio arquitetônico colonial com vales de flora exótica, rios, poços e cachoeiras nos maiores picos de altitude do Nordeste. Mais próxima da cidade, 12 km abaixo da serra que separa Rio de Contas de Livramento, a Cachoeira do Brumado, do alto dos seus 70 m de altura, forma uma espetacular queda d’água com quatro saltos em seqüência. Na trilha até a cachoeira, vestígios da antiga estrada real que ligava Rio de Contas a Livramento no período de exploração do ouro. O local é ótimo para nado. Um dos principais cartões postais da cidade, a Cachoeira do Fraga fica na saída do município, do lado direito da estrada que vai para Livramento do Brumado.

Cachoeira do Oco

Formada pelo Rio das Almas, com uma queda d’água de 10m de altura, a vazão de suas águas propicia corredeiras fantásticas para a prática do rafting. O banho exige cautela. Como o próprio nome sugere, existe uma cavidade na barreira de pedras junto à cachoeira e a estrondosa força das águas oferece certo perigo de afogamento, haja visto que o banhista pode ser empurrado para o chamado “oco”. Para chegar até lá, uma trilha por meio da mata densa revela a natureza em seu esplendor.
Dica: o local não possui apoio turístico.
Como chegar: saindo de Nilo Peçanha pela BA-001, entrar à esquerda após a ponte sobre o Rio das Almas. Seguir por estrada de barro até a trilha às margens do Rio das Almas.

Cachoeira do Rio Pojuca

Por entre a vegetação de transição entre a restinga e a Mata Atlântica, dentro da Reserva Florestal da Sapiranga, as corredeiras do Rio Pojuca garantem um banho inesquecível em meio a uma das maiores biodiversidades do planeta; um verdadeiro paraíso ecológico. O visitante pode optar por algo mais radical, como o "bóia-cross" nas corredeiras, ou simplesmente desfrutar de uma hidromassagem natural.
Dica: em meio à bela paisagem, também se destacam os "jiquis", armadilhas sustentadas por pequeninas pontes de madeira que atravessam as corredeiras; resquícios da técnica herdada dos indígenas para a pesca de tainhas e robalos.

Cachoeira do Roncador

Em meio à mata ciliar, o Rio Copioba forma uma queda d’água seguida de corredeiras e um grande poço natural; é a Cachoeira do Roncador, com cascatas excelentes para banho. Uma trilha, à esquerda do rio, leva a um refúgio privativo com uma queda de 3 m, surgida do meio de uma pedra escavada pelo riacho. De longe, tem-se a impressão de se trata de uma boca de caverna.
Como chegar: 4 km de Nazaré (BA-001) em direção ao Terminal de Bom Despacho. Um entroncamento à esquerda leva a uma estrada de barro sentido Copioba-Açu (mais 1 km até a cachoeira).

Cachoeira do Tremembé

Na Baía de Camamú, em meio ao mar de águas límpidas, matas, rios e mangues, o Rio Maraú despenca em um queda d’água alucinante de 30 metros de largura por 5 de altura, formando um grande lago, ideal para recarregar as energias e aproveitar toda a natureza do lugar. Ponto de encontro do rio com as águas salgadas do mar, o resultado é um banho refrescante na temperatura ideal. De brinde, o visitante ainda pode se deliciar na hidromassagem natural aos pés da queda d’água. Uma pequena trilha leva ao topo da cachoeira, moradia de extensos seringais. Ali existe também uma curiosa serraria abandonada movida a água e um antigo canal de uma pequena usina hidrelétrica que funcionou no local. Para chegar a este pedacinho do paraíso, a melhor opção é seguir de lancha pelos rios do Céu e de Maraú, passando por manguezais selvagens e rústicos, até chegar à cachoeira. Se preferir, pode seguir de carro pela BR – 030. A cachoeira fica a 25km de Maraú.
Dica: O local não possui nenhuma infra-estrutura para a recepção dos turistas, portanto, leve lanche e água.

Cachoeira do Urubu

Pico para a prática do cascading (rapel em cachoeiras) e escalada no sentido inverso, a Cachoeira do Urubu, formada pelo Rio Quelembe e ocultada por mata densa, tem cerca de 20 m de altura, caindo em um pequeno lago de grande profundidade.

Cachoeira do Zé Maria e Poço do Robalo

Poços intercalados por pequenas quedas d’água são uma constante ao longo do Rio Tijuipinho, no município de Uruçuca. Destaque para a Cachoeira do Zé Maria e o Poço do Robalo. Trilhas ladeadas de Mata Atlântica levam até à cachoeira, onde a melhor pedida é aproveitar a natureza, se banhando no lago formado pelas cascatas. Adiante, a apenas 1 km, o visitante pode relaxar e se deleitar nas águas escuras do Poço do Robalo, com pouco mais de 1 metro de profundidade.
Como chegar: Dobrar à direita, 2 km após a entrada de Serra Grande (BA-001 sentido Ilhéus/Itacaré). Daí são mais outros 2 km até a cachoeira do Zé Maria e mais 1 km até o Poço do Robalo.

Cachoeira dos Índios

Recém descoberta pelos desbravadores do ecoturismo, a Cachoeira dos Índios, de aproximadamente 5 metros de altura, forma um poço natural excelente para banho. A ponte estreita de madeira, no melhor estilo indígena, e a queda d’água em meio à mata, são o convite para um dia perfeito junto à natureza. Nas suas proximidades, também existe uma área ótima para piqueniques. Os mais aventureiros podem arriscar uma trilha em meio à mata densa. Formada pelo Rio Subauma, a cachoeira fica a cerca de 5 km da Linha Verde, do lado oposto ao mar.

Cachoeira Santa Clara

O rio Mucuri nasce na Serra do Chifre, em Minas Gerais, mas só é navegável em terras baianas, onde desemboca formando a bela Cachoeira de Santa Clara. São duas quedas, com 20 m de altura, ao redor de uma densa floresta. Mais de 45 espécies de peixe, entre Piaba, Piabinha, Vermelho, Lambari, Piaus, Curimatãs e Tríras, fazem companhia no banho de águas doces. Localiza-se a 82 km de Mucuri.

Cachoeiras de Itacaré

Conhecida como paraíso dos surfistas, Itacaré é também pico do ecoturismo na Costa do Cacau. Praias de ondas fortes e extensos coqueirais dividem a paisagem com rios e cachoeiras, entocados em meio à Mata Atlântica.A pequena queda d’água da Ribeira, rodeada de rochedos e mata espessa; a Cachoeira da Usina, na bela Fazenda Providência, rota principal da produção cacaueira no auge do chamado “ouro negro”; as águas límpidas e volumosas da Cachoeira do Carioca; os 40 m de altura de uma das maiores quedas d’água da região na Cachoeira Pancada Grande, também conhecida como Véu de Noiva; as cachoeiras do Pinheiro, do Adorno, Rio do Engenho e outras tantas tornam a cidade de Itacaré um verdadeiro paraíso ecológico, em uma mistura de águas doces e salgadas em meio a uma fauna e flora intactas. Destino certo pra quem quer relaxar e curtir o que a natureza tem de melhor. O grande destaque fica por conta da Cachoeira do Cleandro que, em meio às belezas naturais do Rio de Contas, contempla o visitante com seus 20 m de queda d’água, formando uma piscina natural ótima para banhos. A cachoeira fica dentro de uma fazenda com roça de cacau, cravo e criação de gaiamum, além de um restaurante com boas opções de petiscos e bebidas. O visitante pode optar por seguir de barco ou canoa pelo Rio de Contas até o Rio do Engenho (cerca de 30 minutos) ou aproveitar a natureza dentro da fazenda, em uma caminhada de 10 minutos até as três belas quedas da cachoeira.
Dica: esse passeio é feito por agências locais. Os pacotes variados, a cargo do cliente, incluem alimentação, trilhas interativas, banhos, refrigerantes, cervejas, água de coco, rede para descanso, entre outros.

Cachoeiras de Jacobina

Como já diz o nome, as Cachoeiras de Jacobina estão situadas na cidade de Jacobina, rota certa para os fãs do turismo ecológico. Em meio a serras, desfiladeiros e canyons, águas cristalinas brotam das pedras em abundância resultando belíssimas cachoeiras. Pirâmide, Andorinhas, Aníbal, Caldeirão, Amores, Esplendor do Sol, Véu de Noivas, Viúva e Paulista são algumas das mais de 45 quedas d’água reunidas no Parque das Cachoeiras – criado pela Bahiatursa em parceria com a Prefeitura Municipal – e na Estância Ecológica Bandeirantes. O cenário é ideal para trilhas de mountain bike, trekking, rapel e, claro, banhos, banhos e mais banhos.

Na localidade de Itaitú, a aproximadamente 15 km da sede, está a mais alta queda d’água, a Cachoeira Véu de Noiva; com 60 m de pura adrenalina, que desembocam em um poço ótimo para mergulhos. Um pouco mais próxima – cerca de 6 km da cidade –a Viúva tem uma queda de 20m, encravada em imponentes paredões. Pequena e rodeada de romantismo, a Cachoeira dos Amores encanta pela beleza. Conta a lenda que foi neste local que os índios Payayás, Iacob e Bina (nomes que originaram o de Jacobina) fizeram amor pela primeira vez. Imperdível para aqueles que acreditam nas grandes histórias de amor. Para os mais ávidos por aventura, o percurso até a Cachoeira da Pirâmide é a pedida certa. A trilha, apesar de plana, é em meio à mata densa, de árvores altas que enfeitam a paisagem com suas copas coloridas. É preciso atravessar três riachos para alcançar as águas que descem formando uma pirâmide, daí o nome. O poço é profundo e as águas escoam em um riacho, formando um pequeno canyon que segue por dentro da mata fechada.

Também entre mata fechada, a Cachoeira das Andorinhas brinda o visitante com um baile de andorinhas pairando no ar. É preciso subir a serra para avistar a cachoeira alta até o ponto onde desemboca, mas é tanta vegetação que se torna quase impraticável o acesso até o poço. No caminho, cerca de 1 h e 30m até a Cachoeira Esplendor do Sol, mangueiras dão um brilho especial às margens do riacho. O percurso, em meio a mais pura natureza, ainda conta com o encontro dos rios Cafundó e Cuia. Mais adiante, a 2 km da cidade, o Riacho do Aníbal desemboca em três queda d’água – a maior com cerca de 50m –, formando a cachoeira que leva seu nome. O riacho fica situado em um boqueirão, onde há uma grande bacia, perfeita para banhos. Não existem equipamentos de serviços nas cercanias, portanto, recomenda-se a presença de um guia para garantir o desfrute tranqüilo do passeio.

Cachoeiras de Lençóis

Para quem busca turismo ecológico, Lençóis é parada obrigatória. Grutas, canyons, caminhadas por mata cerrada, rios e cachoeiras fazem do convívio com a natureza uma constante na região. Um dos pontos de mais expressiva beleza é a Cachoeira do Sossego; uma queda d’água em degraus sucessivos, construídos em arenitos e conglomerados, e que cai por cerca de 25 m de altura, em um remanso de águas escuras. O acesso começa por uma antiga trilha de garimpo, ladeada de formações de arenito, e segue pelo leito do rio, no meio de um grande canyon, cercado de área verde. Além do visual fantástico, o mergulho nas águas escuras é revitalizante. A caminhada é inviável nos tempos de chuva, portanto, não deixe de fazer uma “fezinha” para o santo. Nas proximidades da cidade, a Cachoeirinha tem cerca de 8 m de queda livre, descendo entre os rochedos. Suas águas cristalinas proporcionam um delicioso banho. A poucos metros, a Cachoeira do Serrano é uma sequência de quedas d’água e poços, alguns com formação do tipo "vale da lua", de onde se tem uma das mais belas vistas de Lençóis.

O Rio Mucugezinho corre sobre lajes, formando tobogãs e crateras, como o deslumbrante Poço do Diabo. Entre canyons e paredões enormes, o desenho da paisagem é deslumbrante. Os mais destemidos podem arriscar saltos do trampolim, a 22 m de altura, ou descer de tirolesa até as águas refrescantes.O leito de pedras desalinhadas forma, ainda, diversas cachoeiras, como a que leva o mesmo nome do rio. A cachoeira do Rio Mucugezinho localiza-se na margem direita de quem desce a BR-242, a 18 km de Lençóis. São 15 min de carro e 10 min de caminhada aproximadamente. O local conta com uma boa estrutura de bares, montados nas tocas ao longo do leito do rio. No Ribeirão do Meio, mais corredeiras em lajes escorregadias formam novos tobogãs; diversão garantida nas escorregadeiras e um mergulho delicioso no riacho. Descendo o rio, há o Ribeirão de Baixo, onde se encontra um caminho de garimpos. Formada pelo Riacho Grisante, a Cachoeira da Primavera, de águas geladas e fortes, proporciona uma hidromassagem natural relaxante. Para acompanhar, um mergulho no pequeno lago formado pelos 4 m de altura da queda d’água. A coloração diferenciada, em tom ferruginoso, é fruto do terreno de pedras onde a cachoeira deságua. Duas trilhas levam a este pedacinho de paraíso, com direito a uma vista panorâmica de Lençóis. Os mais aventureiros podem seguir pelo leito do rio. A cachoeira fica a 4 km.

Cachoeiras de Mucugê

Como já diz o nome, as Cachoeiras de Jacobina estão situadas na cidade de Jacobina, rota certa para os fãs do turismo ecológico. Em meio a serras, desfiladeiros e canyons, águas cristalinas brotam das pedras em abundância resultando belíssimas cachoeiras. Pirâmide, Andorinhas, Aníbal, Caldeirão, Amores, Esplendor do Sol, Véu de Noivas, Viúva e Paulista são algumas das mais de 45 quedas d’água reunidas no Parque das Cachoeiras – criado pela Bahiatursa em parceria com a Prefeitura Municipal – e na Estância Ecológica Bandeirantes. O cenário é ideal para trilhas de mountain bike, trekking, rapel e, claro, banhos, banhos e mais banhos.

Na localidade de Itaitú, a aproximadamente 15 km da sede, está a mais alta queda d’água, a Cachoeira Véu de Noiva; com 60 m de pura adrenalina, que desembocam em um poço ótimo para mergulhos. Um pouco mais próxima – cerca de 6 km da cidade –a Viúva tem uma queda de 20m, encravada em imponentes paredões. Pequena e rodeada de romantismo, a Cachoeira dos Amores encanta pela beleza. Conta a lenda que foi neste local que os índios Payayás, Iacob e Bina (nomes que originaram o de Jacobina) fizeram amor pela primeira vez. Imperdível para aqueles que acreditam nas grandes histórias de amor. Para os mais ávidos por aventura, o percurso até a Cachoeira da Pirâmide é a pedida certa. A trilha, apesar de plana, é em meio à mata densa, de árvores altas que enfeitam a paisagem com suas copas coloridas. É preciso atravessar três riachos para alcançar as águas que descem formando uma pirâmide, daí o nome. O poço é profundo e as águas escoam em um riacho, formando um pequeno canyon que segue por dentro da mata fechada.

Também entre mata fechada, a Cachoeira das Andorinhas brinda o visitante com um baile de andorinhas pairando no ar. É preciso subir a serra para avistar a cachoeira alta até o ponto onde desemboca, mas é tanta vegetação que se torna quase impraticável o acesso até o poço. No caminho, cerca de 1 h e 30m até a Cachoeira Esplendor do Sol, mangueiras dão um brilho especial às margens do riacho. O percurso, em meio a mais pura natureza, ainda conta com o encontro dos rios Cafundó e Cuia. Mais adiante, a 2 km da cidade, o Riacho do Aníbal desemboca em três queda d’água – a maior com cerca de 50m –, formando a cachoeira que leva seu nome. O riacho fica situado em um boqueirão, onde há uma grande bacia, perfeita para banhos. Não existem equipamentos de serviços nas cercanias, portanto, recomenda-se a presença de um guia para garantir o desfrute tranqüilo do passeio.

Cachoeiras de Sobradinho, da Gameleira e do Salitre

O município de Sobradinho é reino de águas fortes e volumosas, que originam belas cachoeiras entre a paisagem recortada por matas veladas e árvores retorcidas da caatinga. A Cachoeira de Sobradinho fica dentro de uma Unidade de Conservação. Formada pelo Ribeirão Sobradinho, desemboca em uma volumosa queda d’água, em um cenário de rara beleza. O acesso é pela saída norte, em direção à cidade. A 68 Km de Juazeiro, escondida entre a vegetação fechada da caatinga, a Cachoeira da Gameleira reina em meio a um cenário paradisíaco. A queda d’água escorre entre um canyon, abrigo de uma enorme gameleira que serve de sombra para a cachoeira. Do alto dos seus cerca de 5 m, o visitante pode arriscar bons saltos, já que o lago, logo abaixo, é de grande profundidade. Nesta mesma rota, a 39km de Juazeiro, a Cachoeira do Salitre, com pouco mais de 2m de altura, é excelente para banho. O acesso é feito pela BA 210, sentido Sobradinho.

Cachoeiras de Sobradinho, da Gameleira e do Salitre

O município de Sobradinho é reino de águas fortes e volumosas, que originam belas cachoeiras entre a paisagem recortada por matas veladas e árvores retorcidas da caatinga. A Cachoeira de Sobradinho fica dentro de uma Unidade de Conservação. Formada pelo Ribeirão Sobradinho, desemboca em uma volumosa queda d’água, em um cenário de rara beleza. O acesso é pela saída norte, em direção à cidade. A 68 Km de Juazeiro, escondida entre a vegetação fechada da caatinga, a Cachoeira da Gameleira reina em meio a um cenário paradisíaco. A queda d’água escorre entre um canyon, abrigo de uma enorme gameleira que serve de sombra para a cachoeira. Do alto dos seus cerca de 5 m, o visitante pode arriscar bons saltos, já que o lago, logo abaixo, é de grande profundidade. Nesta mesma rota, a 39km de Juazeiro, a Cachoeira do Salitre, com pouco mais de 2m de altura, é excelente para banho. O acesso é feito pela BA 210, sentido Sobradinho.

Cachoeiras do Ferro Doido, Agreste, Ventura e Domingos Lopes

A 18 quilômetros de Morro do Chapéua, a Cachoeira do Ferro Doido contempla o visitante com uma vista deslumbrante. O nome Ferro Doido, criado por garimpeiros de diamantes, indicava a dificuldade de se trabalhar na área devido à presença de grandes blocos de arenito sobre o cascalho. A depender da época do ano, aparecem quatro quedas d’água, que se precipitam do alto dos 118 metros de altura, se assemelhando a uma escada, até desembocar em um imenso canyon, seguindo ao encontro com o Rio Jacuípe. É um espetáculo de rara beleza. Os adeptos de esporte radicais podem aproveitar o grande porte da cachoeira para a prática de rapel e saltos de pára-quedas. Na nascente, os dois poços propiciam banhos inesquecíveis em meio a uma floresta com árvores de grande porte, habitat de animais silvestres. A paisagem é cinematográfica desde a trilha por sobre o leito de pedras, por onde a água se espalha, até o paredão escarpado e coberto de uma vegetação exuberante de bromélias, orquídeas e sempre-vivas.

Fruto do encontro do Rio Jacuípe com o Rio Preto, a Cachoeira do Agreste brinda a natureza em meio a uma flora diversificada e colorida por bromélias, orquídeas gigantes de cerca de um metro de altura, e exemplares de plantas carnívoras, devoradoras de insetos. A principal queda d’água tem aproximadamente 50 metros de altura, seguida de uma bacia que se precipita em um canal com poços profundos onde, no passado, se dava a exploração de diamantes. Durante a trilha, de aproximados 3 km, várias praias e pequenas quedas d’água margeiam o rio enfeitado de flores e cores.
O acesso à Cachoeira do Agreste fica a 17 quilômetros de Morro do Chapéu, pela BA-426, em trecho asfaltado. A partir daí, são mais 8,5 quilômetros em direção ao povoado de Flores, dobrando à direita.

A 6 km da vila, a Cachoeira do Ventura tem cerca de 30 metros de altura e um poço propício para mergulhos. Seu leito é formado de arenito. O acesso é pela BA-052, cerca de 27 quilômetros até a Barragem do Angelim. Daí é só dobrar a direita, no entroncamento, e seguir mais 8 km até a cachoeira. Neste mesmo entroncamento, no sentido oposto, o destino é a Cachoeira Domingos Lopes, também formada pelo Rio Jacuípe. A partir deste entroncamento, são 12,5 quilômetros em estrada de terra, até um novo entroncamento à direita para o povoado de Cachoeira, e, daí, mais 1,8 quilômetro e 600 m de trilha para chegar à cachoeira. Na nascente, um belíssimo lago é um convite irresistível para banhar-se e curtir a tranqüilidade do local em meio à natureza.

Cachoeiras do Ramalho e das Três Barras

A cidade histórica de Andaraí guarda tesouros naturais belíssimos, como as cachoeiras do Ramalho e das Três Barras. Impossível ficar indiferente à beleza destas duas cascatas. O trajeto até elas, já coloca o visitante numa sintonia especial, em meio á primazia da Chapada Diamantina. A Cachoeira do Ramalho, formada pelo Rio Baiano, apresenta um cenário estonteante, com um salto de aproximadamente 80 m de altura. A trilha de acesso, cortando o leito do rio, tem cerca de 6 km. Durante o percurso, inúmeros poços e pequenas cachoeiras são um convite aos banhos refrescantes, e uma espécie de prévia, do que o passeio reserva para o final. Distante 3 km de Andaraí, a Cachoeira das Três Barras, como o próprio nome já diz, possui três quedas d’água em seqüência, revelando, em nível máximo, o capricho presente em cada ponto da natureza local.

Cachoeiras Mãe D´água e da Vitória

Nem só de talento artístico vive Santo Amaro. Na terra de Caetano e Betânia, a natureza mostra o potencial ecoturísitco da região recortada por belas cachoeiras. Na Cachoeira Mãe D’água, também chamada de Cachoeira do Urubu, cinco quedas d’água se sucedem entre paredes e a mata – a principal tem cerca de 50 metros de desnível. A aventura está garantida antes e durante a cachoeira. Atrações não faltam: tobogãs, saltos, trekking e cascading no canyon ao longo do rio Sergi, que tornam o local o paraíso dos esportes radicais. O acesso é pela via férrea que liga Santo Amaro a Cachoeira, em uma caminhada de 10 km. Se preferir, solicite um "pirulito" na Prefeitura de Santo Amaro para andar pelos trilhos. Mesmo procedimento se quiser a companhia de um guia. No caminho, o povoado de Barro Vermelho, remanescente de um quilombo, traz à tona um pouco da história da cidade.
Dica: aproveite para comprar o autêntico azeite de dendê pisado no pilão, feito pelos nativos.
Como chegar: saindo de Santo Amaro em sentido noroeste, percorrer 4 km na estrada para Oliveira dos Campinhos e entrar à esquerda por mais 4 km em direção ao povoado de Pedras. Daí, seguir uma trilha de mais 1,5 km.

Cachoeiras Mãe D´água e da Vitória

Nem só de talento artístico vive Santo Amaro. Na terra de Caetano e Betânia, a natureza mostra o potencial ecoturísitco da região recortada por belas cachoeiras. Na Cachoeira Mãe D’água, também chamada de Cachoeira do Urubu, cinco quedas d’água se sucedem entre paredes e a mata – a principal tem cerca de 50 metros de desnível. A aventura está garantida antes e durante a cachoeira. Atrações não faltam: tobogãs, saltos, trekking e cascading no canyon ao longo do rio Sergi, que tornam o local o paraíso dos esportes radicais. O acesso é pela via férrea que liga Santo Amaro a Cachoeira, em uma caminhada de 10 km. Se preferir, solicite um "pirulito" na Prefeitura de Santo Amaro para andar pelos trilhos. Mesmo procedimento se quiser a companhia de um guia. No caminho, o povoado de Barro Vermelho, remanescente de um quilombo, traz à tona um pouco da história da cidade.
Dica: aproveite para comprar o autêntico azeite de dendê pisado no pilão, feito pelos nativos.
Como chegar: saindo de Santo Amaro em sentido noroeste, percorrer 4 km na estrada para Oliveira dos Campinhos e entrar à esquerda por mais 4 km em direção ao povoado de Pedras. Daí, seguir uma trilha de mais 1,5 km.

Cachoeiras Mariana, Paripe e Araruna

Na pequena cidade de Taperoá, o ecoturismo fica por conta das belas cachoeiras de Paripe, Mariana e Araruna. Do tupi "pari-pe", que significa "no curral do peixe", a Cachoeira de Paripe cai de uma altura de 10 m, formando uma piscina natural em meio a uma ampla área verde. O acesso é pela BA-001, ao longo do Rio Camurugi, no próprio distrito, após uma trilha de 700 metros. Se partir de Camurugi, são aproximadamente 1.500 m. Na Mariana, o visitante tem uma ampla vista das matas da região, do alto do mirante, aos 20m de queda d’água. No poço, as piscinas naturais são ótimas para banho. A cachoeira fica a cerca de 30 km do centro da cidade, pela estrada rural Roda D’Água-Colônia. Na Cachoeira de Araruna, a 2 km do centro por estrada de terra, entrada após a ponte de Noé, pequenas quedas d’água e piscinas naturais também garantem um banho relaxante. Na alta estação, um bar-restaurante serve de apoio aos visitantes.

Cachoeiras Pancada Alta e Rio Tiriri

Localizado entre o mar e o Pantanal baiano, o município de Jaguaripe abriga um verdadeiro reduto ecológico em meio a belas paisagens e cachoeiras, como a do Rio Tiriri e da Pancada Alta.
O Tiriri desemboca no Rio Jaguaripe, formando grandes áreas alagadas, corredeiras e a cachoeira que leva o mesmo nome. Protegida pela mata, em um dos cenários mais verdes do Recôncavo, o local é reino da paz e tranqüilidade. Além de aproveitar o banho nas quedas d’água, o visitante não pode deixar de tomar uma água de coco e curtir a paisagem. A trilha, dentro da Fazenda Alamão, em Piquira, é de aproximadamente 40 minutos. Aproveite para conhecer o funcionamento de uma antiga casa de farinha, na margem direita do rio, ligada por uma ponte de madeira. Escondida no fundo de um vale encoberto de mata nativa, quase inatingível pela luz solar, a Cachoeira da Pancada Alta é outro destino certo pra quem passa por Jaguaripe. O visitante pode optar por dois caminhos; o ponto de partida é o vilarejo de São Bernardo, distrito de Camaçandi, com direito às ruínas de engenho e da capela da antiga Fazenda São Bernardo, à margem do Rio da Dona. Seguindo pela margem direita, chega-se à cachoeira através de uma trilha leve, de curta duração, até o Sítio Nova Esperança. Na outra margem, a trilha é pela Fazenda Ponte da Felicidade, com um percurso bem maior e mais aventureiro, incluindo a travessia do rio.
Dica: a cachoeira do Rio da Dona é o limite entre as duas propriedades; é necessário um contato prévio para sua visitação.
Como chegar: saindo de Jaguaripe, 12 km em direção à BA-001, seguindo esta última por 2 km ao sul, em direção ao povoado de São Bernardo. Neste povoado, está o Sítio Nova Esperança, enquanto a Fazenda Ponte da Felicidade está localizada do outro lado do Rio da Dona, com acesso através da BA-001. A cachoeira do Rio Tiriri fica 12 km ao sul, em direção à região de Piquira, também pegando a BA-001.

Cachoeirinha

Na Fazenda Rio do Meio, o verde pasto dos búfalos divide a paisagem com as três belas quedas d’água formadas pelo Rio Itapicuru. Na primeira, logo na sede da fazenda, o visitante pode se divertir com pedalinhos e caiaques, dentre outros equipamentos de lazer. Trilhas a pé ou a cavalo, em meio à natureza, dão acesso às outras duas.

Cachoeirinha

Na Fazenda Rio do Meio, o verde pasto dos búfalos divide a paisagem com as três belas quedas d’água formadas pelo Rio Itapicuru. Na primeira, logo na sede da fazenda, o visitante pode se divertir com pedalinhos e caiaques, dentre outros equipamentos de lazer. Trilhas a pé ou a cavalo, em meio à natureza, dão acesso às outras duas.

Caldeiras ou Saltos do Almada

Nas imediações da Lagoa Encantada, a 20 km da sede do Rio Almada, em um santuário ecológico cercado de Mata Atlântica, as famosas caldeiras ou Saltos do Almada proporcionam banhos revigorantes. São várias quedas d’água – a maior delas chega a 6m de altura – que criam profundos buracos nas rochas, de até 4 metros de profundidade; daí a denominação de “caldeiras”.

Caldeiras ou Saltos do Almada

Nas imediações da Lagoa Encantada, a 20 km da sede do Rio Almada, em um santuário ecológico cercado de Mata Atlântica, as famosas caldeiras ou Saltos do Almada proporcionam banhos revigorantes. São várias quedas d’água – a maior delas chega a 6m de altura – que criam profundos buracos nas rochas, de até 4 metros de profundidade; daí a denominação de “caldeiras”.

Corredeiras de Sarapuí

Em uma região de mata densa, quase intocada pelo homem, as Corredeiras de Sarapuí encantam pela beleza e densidade das suas águas. São sete cachoeiras, excelentes para a prática de rafting. A principal tem uma queda d’água de 20 m de altura. Esta maravilha da natureza, rota certa para os fãs do esporte radical, fica bem perto da entrada do pequeno povoado de Sarapuí, fundado no século XVIII. Pra quem gosta de história, Sarapuí ainda preserva ruínas de um antigo engenho de cana-de-açúcar e de sua capela; vestígios dos anos áureos da produção do açúcar.
Como chegar: seguir pela BA-001 no trecho Valença-Ituberá e dobrar à direita na altura do Km 5, entroncamento do povoado de Boca da Mata. A partir daí, 12 km até Sarapuí.

Bahia.com.br
Copyleft 2014